terça-feira, 7 de junho de 2016

Prólogo - Iniciando a injeção de combustível no sangue

Boa noite a todos,

Este texto tem o principal objetivo de lhes contar e introduzir como eu passei a gostar de carros, mais do que já gostava.

Desde criança eu já tinha esse gosto como tal. Na verdade este gosto parecia ter sido oculto durante alguns anos... e depois voltou com força, principalmente porque em breve tirarei a primeira habilitação.

Como uma criança curiosa, eu sabia nomes de muitos modelos que circulavam aqui na pequena Mococa, cidadezinha no nordeste do estado de São Paulo. Eu passei a minha infância acompanhando o lançamento de modelos como "New Civic" (como a Honda denominou o modelo de oitava geração), aquele que na época eu não achava atraente mas que hoje, me seduzo com ele. Assim também como tive um grande choque quando vi a chegada do Fusion nas rápidas olhadas nas revistas Quatro Rodas. Com aquela grade cromada tipicamente norte-americana, o carro foi uma das maiores sacadas que a Ford teve neste século.

Obviamente que, durante os tempos de criança, eu tinha muitos carrinhos, em destaque os da Hot Wheels. Me lembro de que um dos meus preferidos e marcantes foi um Civic Type R.

Entretanto, não é porque que sou um moleque de 18 anos, que eu vou desprezar os grandes clássicos nacionais, em especial os da década de 80 e 90. Tenho um certo carinho pelo Uno (minha mãe teve um CS 1,5 i.e. 1993), assim como pelo Escort (minha falecida avó teve um imaculado modelo Hobby 1,0), e também pelo Corsa, carro que nos acompanha hoje. Quero um dia ter a oportunidade de conhecer e dirigir modelos como Opala, Monza, Tempra, Vectra, Astra...

Também conheço muito as histórias de alguns clássicos de outros mercados no mundo, que vão desde um Holden Commodore australiano (e outras "barcas" norte-americanas da GM e da Ford) até modelos pequenos europeus¹ como VW Golf e Ford Escort, assim como subcompactos tais como Ford Fiesta e VW Polo...

O objetivo deste blog é, a princípio, trazer para vocês uma dose de entusiasmo automotivo que carrego há muito tempo, assim como também fazer amizades e compartilhar mais desse prazer que é dirigir uma máquina de mais de oitocentos quilogramas...

Então é isso. Espero que gostem!

Com carinho,
Felipe Lange

¹ Sim, o segmento C naquele mercado envolve carros pequenos

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